quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

30 é o novo 20


Eles não acham relevante se você é negro, moreno ou branco. Se você é gay ou hetero, assumido ou não. Se você ganha muito dinheiro por ano ou não. Eles são muito educados, hiper-sensíveis, espertos e apenas ocasionalmente cool. Eles formam um círculo de amigos que está prestes a completar trinta anos, preparados ou não. Estes cinco amigos estão juntos desde o colégio. Ao se depararem com decisões difíceis no trabalho, no amor e na vida, eles refletem o comportamento de uma geração pós-lutas por igualdade sexual e racial. Mas os amigos logo descobrem que nem todos as superaram. O diretor e co-roteirista Chris Mason Johnson ambienta seu primeiro longa-metragem em Nova York e apresenta a geração pós-Baby Boom (que caracterizou os yuppies da virada dos anos 1980/90), que superou as questões básicas de aceitação e convivência sociais, mas que ainda vive num mundo que apresenta desafios como a homofobia e a realização profissional. A partir da interdependência de seus personagens, Johnson explora diferentes pontos de vista, a interação entre as vontades do indivíduo e as regras do meio social e o difícil processo de maturidade.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

desses filmes que vi e nem sei qual foi...


"O rapaz havia se encantado por uma bela moça de um reino distante, pelo qual estava passando em expedição, e ao declarar seu amor não recebeu a reciprocidade desejada.

Disse então à moça que estava apaixonado por ela e que ficaria ali, em baixo de sua janela, 100 dias, até que ela o conhecesse de verdade e caso não o quisesse mesmo assim, ele iria embora.

Ocorre que passados os 100 dias a bela moça percebeu que o rapaz não estava mais prostrado abaixo de sua janela como prometido no término dos 100 dias e neste momento ela percebeu a falta que fazia em sua vida, mas ele já havia partido."

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Casúlo

Após 29 anos sinto-me dentro de um casúlo escuro que eu mesmo construí, graveto por graveto, cavando o mais profundo escuro possível para uma espécie brilhante.
O próprio brilho pode cegar um despreparado para a luz do sol. Por isso me escondi, por isso construí meu próprio túmulo. Para talvez quem sabe tranqüilizar-me com o aconchegante silêncio e escuro do sonho.

Se tive sonhos? Tive muitos - de lobisomens a aviões caindo sobre minha cabeça. Sonhei muitas vezes também ser rico, com carros extravagantes e acessos a sensações e pessoas bonitas que ficassem impressionadas com meu acesso e facilidade com a vida. “Eu não to aqui roubando, eu não to aqui matando, to vendo uma caneta pra alimentar meus 4 filhos” falava o moço tentando fazer cara de infeliz atrapalhando meu sonho em pleno ônibus lotado, esfacelando meus sonhos como serpentina em noite de carnaval.

Agora sinto cansado do escuro em que me meti. Sinto-me sufocado no casulo escuro e uma vontade de luz brilha dentro de mim.

Se liga Brazil – é hora de acordar.


http://www.youtube.com/watch?v=sUlIc61_1io